Um salto inesperado na aviação argentina
Na manhã de sábado, 4 de julho de 2026, a tranquilidade de uma escola de aviação em Córdoba foi quebrada quando o instrutor Leandro Andrés Bertazzo,utzung de 42 anos, desapareceu do cockpit de um Cessna C‑150, deixando para trás uma aluna de 22 anos que conseguiu pousar o avião sozinha. O episódio, que parece envolver questões de saúde mental, tem levantado interrogantes sobre os protocolos de segurança em academias de voo da região.
O cenário da Flying Parrot Córdoba
A Flying Parrot, localizada em Cordoba, é conhecida por treinar futuros pilotos de linhas aéreas e de aviação geral. O diretor Eduardo Álvarez relatou que o dia começou em ritmo normal, com colegas cumprimentando Leandro em um abraço e beijo de boas‑vindas. Segundo ele, o piloto, que havia sido contratado há quatro anos, parecia em boas condições antes de iniciar sua primeira aula do dia.
Durante o treinamento, a aluna, cuja identidade permanece confidencial pelos motivos de privacidade, estava a bordo quando Leandro, sem avisar, saiu do cockpit. O avião continuou a voar, e a jovem conseguiu realizar um pouso de emergência, demonstrando habilidade e calma sob pressão.
Detalhes do incidente
O voo em questão era um Cessna C‑150, um modelo típico de aeronave de treinamento usado em escolas de aviação por sua confiabilidade e facilidade de manobra. O instrutor havia concluído a primeira aula sem incidentes, antes de decolar com a aluna para a sessão que se tornou o foco do choque. Em relatos subsequentes, o diretor descreveu que o indivíduo apenas se afastou do cockpit, sem sinal de fuga ou de emergência, e não deixou nenhum aviso para a aluna.
O piloto não retornou ao cockpit nem se manifestou antes de ser localizado pela equipe da escola. A aeronave, sem controle, foi deixada para a aluna, que, com habilidade, conseguiu pousar em um espaço aberto próximo à escola, evitando danos graves ao equipamento ou lesões corporais.
Investigações eേറ്റ് o histórico de Leandro
Após o incidente, a Flying Parrot iniciou uma investigação interna e contou com a colaboração da Polícia Nacional e da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Leandro Andrés Bertazzo foi localizado e detido para interrogatório. Durante o questionamento, revelou que havia passado por tratamento neuropsiquiátrico nos últimos anos, incluindo sessões de terapia e medicação para transtorno de ansiedade e episódios depressivos.
O diretor Álvarez confirmou(open source) que, até esse momento, não havia recebido nenhuma notificação oficial retratando o histórico de saúde mental de Leandro. A escola admite que o processo de triagem de instrutores não incluiu uma avaliação psicológica detalhada, algo que agora está sendo revisado em conjunto com órgãos reguladores.
Reação da comunidade e impacto na segurança aérea
O episódio gerou indignação entre os estudantes e profissionais de aviação. Militares e civis de outras escolas de voo Meeting, as escolas de aviação em Córdoba já anunciaram a implementação de protocolos de revisão de saúde mental para todos os instrutores. A ANAC prometeu uma auditoria de segurança em todas as empresas de treinamento de voo do país.
Além disso, especialistas em segurança aérea enfatizam que o caso destaca a necessidade de sistemas de detecção de desvios de comportamento em tempo real, como camadas de alerta de cockpit e comunicação de emergência para alunos em situações inesperadas.
A Flying Parrot, em resposta ao incidente, anunciou a instalação de um monitor de vigilância de cockpit totalmente integrado ao sistema de reconhecimento de voz que alerta automaticamente o centro de controle em caso de ausência do instrutor. Também planeja oferecer sessões de apoio psicossocial para estudantes e funcionários.
O diretor Álvarez afirmou que a escola está empenhada em garantir que nenhum outro aluno tenha que lidar com uma situação semelhante. Ele acrescentou que a comunidade de aviação deve se unir para revisar as normas de contratação e manter a integridade do treinamento.
O que vem a seguir?
O processo de investigação ainda está em andamento. A ANAC planeja publicar diretrizes atualizadas em agosto, incluindo a obrigatoriedade de exames de saúde mental anual para instrutores de voo. Enquanto isso, Leandro está sob custódia, aguardando julgamento por supostos crimes de negligência e possivelmente homicídio impróprio.
A Flying Parrot continuará a cooperar com as autoridades e a revisar suas políticas internas. A comunidade de aviação deve acompanhar de perto as mudanças nas regulamentações que visam proteger estudantes e profissionais.
Conclusão
O salto inesperado de um instrutor de voo em pleno voo deixou um legado de alarmes que reverberam em toda a indústria de aviação argentina. Enquanto o caso de Leandro Andrés Bertazzo ainda se desenrola, ele serve como um lembrete contundente de que a segurança aérea vai além das máquinas; envolve a saúde mental e o bem‑estar de quem as conduz.